quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Zoé - 05/09/05 – 23h17

Mais próxima do chão posso colher minha idéia tão simples que nasce feito grama, feito ferida banhada nas águas do açude semi-seco. Por quem me tomas¿ seu pensamento não pode revelar os meus segredos.
Peço que me ouças, não pelas palavras, mas por outros sons.
Não tento me justificar, quero apenas me mostrar um pouquinho.
Que isto fique nas Memórias, esta eu só te empresto, te canto, diferente das outras tantas que não sei se reconheces o valor.
É a primeira vez que escrevo para alguém em minhas notas, e guarde para ti:
Jamais ei de querer desatar os nós que a fada inerte e triste teceu em seus tempos de glória. Se buscas por mim, também busco por ti, faminta, porém recôndida. E virá meu “boa noite” cheio de estrelas só para você. Eis que o chá me espera enquanto te espero.

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